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13/10/2020 15:58
Prêmio Respostas para o Amanhã: Trabalho das alunas do Colégio Agrícola está entre os melhores

Trabalho do Colégio Agrícola está entre os dez melhores em concurso nacional

Palotina - O trabalho intitulado “Reflorestamento utilizando minifoguetes: Pitanga e Ipês”, desenvolvido pelas alunas, Estephani Cristine da Silva Alves, Kawany Caroline Duarte da Rocha e Marina Grokorriski, do 1º Ano “A”, do Colégio Agrícola Estadual Adroaldo Colombo de Palotina, orientado pelo professor Emmanuel Zullo Godinho, está classificado entre os dez projetos finalistas do Prêmio Respostas para o Amanhã. Para a próxima fase serão selecionados os três melhores projetos e a expectativa é que o trabalho das alunas de Palotina conquista a classificação. 

Como premiação pela classificação entre os dez melhores projetos, cada aluna e o professor orientador ganhou um notebook e um relógio Samsung, além do direito em participar da I Mostra do Prêmio Respostas para o Amanhã em São Paulo; já o Colégio Agrícola foi agraciado com dois notebooks.

O Prêmio
O Prêmio Respostas para o Amanhã que chegou a sua 7ª edição, é uma iniciativa da Samsung com coordenação geral do CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) e conta com a parceria da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), Reduca, OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos) e Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação).
A premiação, de abrangência nacional, busca estimular e divulgar projetos de investigação e experimentação científica e/ou tecnológica desenvolvidos por estudantes do Ensino Médio de Escolas Públicas. O prêmio enfatiza a abordagem STEM, que parte de um desafio ou problema que possibilite múltiplas soluções ou respostas.
Nessa abordagem, o ensino de Ciências encontra suporte na Tecnologia, nos processos de Engenharia e na aplicação da Matemática para soluções inovadoras de problemas reais em uma situação concreta.

Premiação para os (as) estudantes dos três trabalhos finalistas:
1º lugar - Smartphone Samsung
2º lugar - Tablet Samsung
3º lugar - Smartwatch Samsung.
Na última quarta-feira, dia 7, a RIC TV Record esteve no Colégio Agrícola para fazer uma matéria especial com as alunas, autoras do projeto, bem como com o professor orientador e o diretor do educandário, Glauco Torino.

Alunas criam minifoguete para reflorestar áreas de difícil acesso

As três alunas, Estephani Cristine da Silva Alves, Kawany Caroline Duarte da Rocha e Marina Grokorriski, desenvolveram o protótipo de um minifoguete com cano de PVC, ao custo de R$ 50,00 para lançar sementes e reflorestar áreas de difícil acesso.
As estudantes, de 14 e 15 anos, pensaram no projeto depois de um incêndio que atingiu o Parque Nacional de Ilha Grande, no noroeste do Paraná, em 2019. O fogo atingiu mais de 60% da área de preservação ambiental.
“Quando a reserva foi queimada, as cinzas subiam, dava para ver no céu. Eu ficava agoniada com aquilo, era desesperador. Agora, saber que há esperança, que podemos melhorar e a floresta pode ter um novo começo foram os motivos que me atraíram para esse projeto", contou a estudante Estephany Cristine da Silva Alves, de 15 anos.
Segundo o professor Emmanuel Zullo Godinho, que orientou as alunas, a iniciativa é pensada para áreas em que não é possível entrar plantadeiras, o que torna o replantio desafiador.

O minifoguete utiliza combustível sólido, como pilhas, e cria uma espécie de chuva de sementes. Com o PVC, o protótipo sobe até 300 metros. A peça com as sementes se desencaixa e desce até o solo, espalhando as sementes.
A equipe do 1ª ano do ensino médio pesquisou quais eram as plantas nativas da região do parque, onde o protótipo será lançado.

Depois, as estudantes definiram que o minifoguete soltará sementes de pitanga, pelo potencial da fruta em atrair animais, e de ipê branco, pois a árvore é de fácil germinação e pode criar um microclima para o desenvolvimento de outras plantas.
O estudo parte do princípio de germinação como ocorre nas situações em que passarinhos soltam sementes enquanto voam. (Informações: G1 PR)

Fonte: Folha da Terra Crédito: Divulgação


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