Bolsa
IBOVESPA
|
Câmbio
Dólar |
Euro |
Peso Arg |
Ouro (onça) |
Várzea Cultural por Felipe Becker e Lucas Ribas
10/10/2016 14:00
Dia do Compositor é comemorado em 7 de outubro no Brasil

No dia 7 de outubro comemora-se o Dia do Compositor Brasileiro. Neste quesito, o Brasil conta com muitos representantes que justificam a criação da data. Entre os grandes nomes, está Heitor Villa-Lobos, nascido em 1887, no Rio de Janeiro. Sua obra também foi importante para formar o conceito de nacionalismo musical e, ao mesmo tempo, representou a música brasileira em outros países. Além de Villa-Lobos, o Brasil também conta com grandes compositores como Chico Buarque, Gonzaguinha, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Paulinho da Viola, Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira, Alceu Valença, Cartola, Noel Rosa, Ivan Lins, João Gilberto, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lenine, Chico Science, Cazuza, Raul Seixas e muitos outros.
Em Palotina e região também temos ótimos compositores, e a Várzea Cultural foi atrás de compositores e dá só uma olhada nas entrevistas especiais!

Emanuel de Lima Fernandes, compositor
VC - Como o interesse pela música surgiu?
E - Interesse da música começou em casa minhas irmãs cantavam e tocavam violão em casa e participavam de festivais.

VC - Diga um pouco sobre você como compositor
E - As minhas composições sempre foram por inspirações em certos momentos, músicas pensadas previamente foram poucas.

VC - Quando criança, imaginava ser o músico?
E - Não imaginei ser musico quando criança, isso veio apenas na adolescência, com influência de meus amigos que tocavam e tinham as bandas na época do colégio.

VC - Quais foram as maiores influências?
E - Minhas maiores influências como compositor foi Renato Russo e Cazuza, como músicas tenho influências do Blues ao Have Metal.

VC - Sua música cita ou empresta material de outra (s) música (s)?
E - Acho que não nunca parei para reparar, se tiver foi coincidência, tento tirar o máximo de mim mesmo, mesmo saindo frases estranhas.

VC - Suas escolhas são regidas por seu gosto?
E - Sim minhas escolhas seguem muito firme ao meu gosto, mas para escutar tento sempre ter a mente aberta para que eu possa sempre aumentar o conhecimento sobre compor e sobre ritmos.

Mateus Gentil, compositor e vocalista Outro Lado
VC - Como o interesse pela música surgiu?
M - Nunca pensei que iria me tornar músico! Eu era apenas um garoto ignorante aos 13 anos procurando sua "tribo", não sabia nem o que era cultura, arte e etc. Então com os amigos comecei a me construir musicalmente, começando por bandas como Tokio Hotel e Linkin Park que era o que passava na MTV, rádios e etc, em 2010.
Meu primeiro contato com arte foi nas aulas de teatro, e foi ali que me despertei para o lado artístico, nessa época coloquei em minha cabeça que queria estar sempre no palco, e veio o sonho de ser cantor, ser um "cara de banda", então, mais tarde fui à procura de parceiros para montar uma banda, foi quando encontrei a Holligans, em 2012, e entrei como cantor.

VC - Diga um pouco sobre você como compositor
M - Gosto de compor sobre a vida, sobre mim, sobre prazeres, sentimentos. Nas horas de histeria, ou nas horas de paz, vem a ideia e eu a mando cru para o papel, valorizando sua origem, e depois vem o acabamento.

VC - Quando criança, imaginava ser o músico?
M - Nunca me imaginei sendo algum músico ou artista quando criança, esse interesse veio mais na adolescência. Quando criança eu só sabia que não queria me tornar adulto! kkk

VC - Quais foram as maiores influências?
M - Linkin Park e Nirvana! Tudo acaba influenciando, mas o que mais me chamava atenção eram essas duas bandas.

VC - Sua música cita ou empresta material de outra (s) música (s)?
M - Nas que eu compus até agora, não! Eu componho mais letra, no violão/guitarra eu faço a ideia, o rascunho. Mas sempre tem uns riffs que acabam sendo muito parecidos com o de alguma música.

VC - Suas escolhas são regidas por seu gosto?
M - Sim. Sempre gostei de rock, e como compositor, o rock sempre estará na alma! Mas falando em estilo musical, muitos estilos que me inspiraram/inspiram sendo rock ou não, não é obrigatório que minhas composições vão sair nessa linha. Eu ouço de tudo, e depois produzo o que vem a tona!

Carlos Roberto Basso, compositor e vocalista Os Anônimos
VC - Como o interesse pela música surgiu?
C - Surgiu desde a adolescência esse interesse pela música em geral, mais precisamente pelo rock no início dos anos 80.

VC - Diga um pouco sobre você como compositor.
C - Sempre gostei de escrever, não sou um compositor que escreve constantemente passo às vezes longos períodos sem criar

VC - Quando criança, imaginava ser o músico?
C - Não. É preciso explicar que eu não sou um músico profissional, tenho a minha profissão, sou apenas alguém que gosta de música, mais especificamente rock’n roll, e que faz parte de banda desde os anos 80 e sempre defendi o rock autoral, por isso é que componho.

VC - Quais foram as maiores influências?
C - É difícil falar de influências, mas poderia citar grandes compositores Cazuza, Renato Russo, Frejat, Raul Seixas, Herbert Vianna, Humberto Gessinger...entre tantos outros

VC - Sua música cita ou empresta material de outra (s) música (s)?
C - Todo compositor bebe em alguma fonte, alguns mais outros menos, basta você ouvir.

VC - Suas escolhas são regidas por seu gosto?
C - Sim. Cada um tem à sua maneira de compor. Eu sempre escrevi as letras e fiz as músicas baseadas no meu gosto, não me preocupo com tendências.

Fonte: Várzea Cultural/Fotos: Divulgação

Sobre

Estreiamos a coluna Várzea Cultural, um projeto que começou a ser pensado em uma conversa informal entre amigos e foi colocado em funcionamento.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE